Todo mundo pode

Compartilhando a dor

Posted on: dezembro 15, 2010

Olá, meus amores! Dei uma sumida por uma razão muito triste: meu pai faleceu na última quarta-feira (8/12). Aos 55 anos, definhando por doenças ligadas ao cigarro (ele fumava quatro carteiras de cigarro por dia, e nunca quis abandonar o vício), ele foi para o céu e agora está lá, juntinho de Deus e olhando por mim e por minha família.

Lógico que egoisticamente eu não queria que ele fosse embora nunca. Ninguém quer ver uma pessoa mais do que amada partir. A dor é grande demais, quebra o coração em tantos pedaços que nem dá para contar. Mas quando partir significa se libertar de sofrimento, como foi o caso do meu pai, é preciso abrir mão do egoísmo e reconhecer que foi melhor assim. A ferida na alma depois o tempo cura, e a dor depois vira saudade.

Pelo menos tive a oportunidade de conviver tantos anos com um pai carinhoso, dedicado, que sempre fez o possível e o impossível por mim e por minha irmã. Pessoa de bom humor, mas de pulso firme, soube cultivar amizades verdadeiras e ganhar o respeito de muitas pessoas. Como disseram na missa de sétimo dia, “ele não morreu, só mudou de lugar”.

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Um blog para mostrar que moda, beleza e feminices estão ao alcance de todas. Por Roberta Meireles

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